Sobre nós
Somos uma torrefadora de cafés especiais de produção própria. A família planta, colhe, beneficia, torra e embala — não revendemos café de terceiros.
Como tudo começou
A produção de café começou em 2006, com a compra do sítio em Lajinha, em Minas Gerais. No começo o objetivo era café de commodity — naquela época pouco se falava em café especial, não havia o apelo de mercado que existe hoje.
Com o tempo, e com a procura por cafés especiais crescendo, percebemos que tínhamos potencial na mão. Fomos aprimorando técnicas, fazendo cursos, aprendendo. Vieram os bons resultados em concursos locais. Aprender a torrar foi um desafio à parte, encarado do mesmo jeito: mais cursos, mais tentativa, mais melhoria.
Criamos primeiro a marca Venturim Cafés, que teve boa procura desde o início. Depois passamos a plantar também em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo — e o terroir diferente rendeu bebidas bem diferentes.
Dois terroirs, duas bebidas
Venda Nova do Imigrante · ES
Lajinha · MG
A diferença de altitude e de clima entre os dois lugares gera cafés com características bem distintas — mesmo com o mesmo cuidado, o mesmo processamento e a mesma família por trás.
Venturim e Panzin: dois sobrenomes
Você vai encontrar duas marcas nossas, e vale explicar por quê. Os dois cafés são de produção própria, do mesmo plantio e do mesmo processamento — o que muda entre eles é o tipo de café, não a origem nem o método.
A Panzin nasceu para dar identidade própria a essa operação de café especial: a família Venturim é grande e tem outros produtos com o nome da família, então a Panzin ganhou marca exclusiva.
- Panzin vem de Pansini, sobrenome do pai — foi assim que o nome chegou ao Brasil quando o primeiro imigrante da família veio da Itália.
- Venturim é o sobrenome da mãe.
As duas marcas carregam, juntas, os dois sobrenomes da família.
Microlotes: edição limitada de verdade
Todo ano buscamos produzir microlotes de cafés mais pontuados. É um processo trabalhoso e não sai em volume: às vezes são 1, 2 ou 3 sacas de cada. Na prática, o que chamamos de microlote chega a ser um nanolote — usamos o termo mais comum no mundo do café.
O resultado depende muito da natureza. Nem toda safra o processo dá o que esperávamos, por isso a disponibilidade e a pontuação mudam de ano para ano. Quando um microlote acaba, acabou mesmo.